A invenção do robô, tentada desde tempos muito remotos, serve para os humanos se livrarem dos trabalhos mecânicos ou penosos (trabalhos pesados). Resultado do mesmo espírito de construção das máquinas que ganhou vulto e se acelerou a partir da revolução industrial, o robô e diferente de todas as outras maquinas que o humano inventou porque são umas máquinas capazes de funcionar automaticamente, sem intervenção do homem.
O termo robô tem origem na palavra checa robota, que significa "trabalho forçado". O robô presente no imaginário mundial teve origem numa peça do dramaturgo Karel Čapek, na qual existia um autômato com forma humana, capaz de fazer tudo em lugar do homem.
Os primeiros modelos, chamados robôs de primeira geração, careciam de receptividade sensorial própria e realizavam sua tarefa, normalmente repetitiva, mediante um programa de computador de escassa complexidade. Os engenhos mecânicos de primeira geração, amplamente utilizados nos trabalhos de menor precisão da indústria automobilística, executam seus movimentos por ordens directas de seus programas e inclusive na ausência de objectos externos sobre os quais aplicá-los. A programação desses braços mecânicos se faz mediante a realização física dos movimentos desejados. Os diferentes movimentos são gravados na memória do computador que posteriormente guiará sua repetição precisa por um número ilimitado de vezes.
OS PERIGOS
O conceito de que os robôs podem competir ou rivalizar com os humanos é comum. Em sua série Eu, Robô, Isaac Asimov cria as três leis robóticas numa tentativa literária de controlar a competição dos robôs com os seres humanos, estas leis são:
Um robô não pode maguar um ser humano, ou, por omissão, permitir que um ser humano se magou.
Um robô deve obedecer as ordem recebidas pelos seres humanos, a não ser no caso de estas ordens entrarem em conflito com a Primeira Lei.
Um robô pode proteger sua própria existência, contanto que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou Segunda Leis.
Infelizmente, este problema pode não ser tão simples de resolver. O próprio Asimov baseou o enredo de uma série de romances e histórias curtas na análise da aplicabilidade e suficiência das três leis.
Mesmo sem uma programação maliciosa, os robôs e os humanos simplesmente não possuem as mesmas tolerâncias e capacidades corporais, o que pode levar a acidentes: Em Jackson, no estado de Michigan, em 21 de Julho de 1984, um robô de uma fábrica esmagou um operário contra uma barra de proteção, aparentemente na primeira morte relacionada a um robô nos Estados Unidos. Desde então as cortinas de laser têm sido requeridas para protecção contra tal tipo de perigo com equipamentos pesados.
ines alexandra
20-05-2009
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